TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS – RELAÇÕES FAMILIARES: “E A VIDA … COMO VAI?”

“Valores Humanos funcionam em nossas vidas, não apenas nos momentos em que se fala ou se escreve sobre eles, mas nos momentos em que há decisão e ação tomando-os por fundamento, por base nas nossas iniciativas. O objetivo principal da educação em valores é levar as pessoas à reflexão sobre sua conduta e a dos outros.” (PCN – 2001)

Há três áreas da vida essenciais para o equilíbrio e o bem estar dos indivíduos: Vida Familiar, Vida Profissional e Vida Social.

No dia 11 de maio, no Salão de Eventos da Despertar, foi ministrada palestra para os participantes do CEDESP e convidados. 

Objetivou-se a reflexão sobre a Vida (pessoal, financeira, emocional, etc.), influências sofridas pelas transformações diárias e urgentes das situações em que cada um está inserido na sociedade.

De forma descontraída, foram aplicadas dinâmicas de grupo – “A chama da Vida” e “A vida é muito breve” – tudo muito divertido; uma maneira leve para analisar o estresse cotidiano.

Em outro momento, o tema – Violência Doméstica – foi citado e os dados nacionais sobre o assunto apresentados, o que motivou uma conversa, muito interessante, envolvendo os jovens e adultos presentes. 

A opção escolhida pelos grupos, ao final da conversa, foi o diálogo entre pais, filhos e os demais membros de uma família, quando ocorrem conflitos.

A atividade teve uma trilha sonora; as músicas escolhidas, gravadas em cds sorteados entre os presentes; poesias musicadas dizendo sobre a vida, a família e a casa que abriga sonhos, esperança e valores. 

No momento das considerações finais, todos receberam uma mensagem – Limpando gavetas dos armários e … da alma (ver página seguinte) –  também foram entregues divulgações dos cursos que serão ofertados na Despertar, no segundo semestre de 2016. 

O Tempo
(Mario Quintana)

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está à minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá, será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

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Limpando gavetas dos armários e …

 da alma.

Ao longo da vida, vamos acumulando vivências, recordações, objetos. Algumas maravilhosas, ótimas, outras nem tanto. Muitas vezes agimos, no presente, de determinada maneira, em consequência das vivências do passado.

Se formos inteligentes, procuraremos reproduzir as coisas boas e descartar as coisas que nos trazem más recordações, nos aborrecem, nos entristecem, relembram e reafirmam mágoas.

Os atropelos do dia a dia, muitas vezes não nos deixam parar, refletir e fazer um balanço dos fatos de nossa vida, dos nossos sentimentos, das nossas emoções.

É certo que acumulamos mais do que precisamos. Podemos viver com muito menos do que temos e muitas vezes, embora não percebamos, carregamos um fardo desnecessário.

Certos objetos entulham nossos espaços físicos, assim como certos sentimentos poluem nossa alma, não dando lugar para coisas novas e não deixando nascerem e florescerem sentimentos bons.

Assim como fazemos faxina nos objetos, devíamos fazê-la na alma.

Às vezes, é difícil jogar coisas fora, desfazer-se delas, mas temos que aprender a fazer isso. Tudo aquilo que guardamos em excesso, acaba pesando. Então, joguemos esta carga fora.

Muitas vezes me dizem: Isto me lembra tal pessoa, tal situação.  Eu também dizia isto. Só que as pessoas são muito mais importantes que os objetos. E elas, só podemos carregar em nossos corações. Aqueles que amamos um dia nos acompanharão na eternidade. Quando daqui partirmos, não levaremos nada, a não ser o que tivermos gravado em nossa alma. Muitas vezes são recordações gravadas a fogo, doloridas.

Mas a dor passa. Como tudo passa.

Então, aproveitemos para nos despojarmos das dores, das mágoas, da raiva, para conseguirmos chegar ao perdão, ou para nos livrarmos de culpas. Aí poderemos recomeçar como cada dia recomeça único, cheio de esperança, mesmo que chova, porque a chuva faz brotar as sementes de uma nova vida.

( Autor desconhecido)

 

maio 25, 2016

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